Por que o bebê chora depois de mamar? Causas comuns e o que testar passo a passo

Mãe amamentando bebê que chora no colo

Você finalmente conseguiu dar de mamar, o bebê está aconchegado no seu colo... e, de repente, o choro começa de novo. Forte, rosto vermelho, às vezes arqueando as costas ou encolhendo as perninhas. Você já conferiu a fralda, ele está bem agasalhado, acabou de mamar. Então, por que o bebê chora depois de mamar?

Se isso acontece com você às 2 da manhã, respira fundo: você não está sozinha (o). Muitos pais passam exatamente por isso nas primeiras semanas. A boa notícia é que, na maior parte das vezes, existem alguns motivos bem comuns para o bebê chorar após mamar, e dá para ir testando um por um com calma.

Pense neste texto como um passo a passo tranquilo para seguir, em vez de entrar num loop de desespero pesquisando no Google.


Um passo a passo simples: comece pelo mais fácil

Quando o bebê chora depois de mamar no peito ou na mamadeira, vale ir checando nesta ordem:

  1. Gases presos - será que o bebê precisa arrotar?
  2. Desconforto ou gases por causa da posição na mamada.
  3. Excesso de leite no bebê, principalmente com mamadeira.
  4. Refluxo ou sintomas de refluxo em bebês.
  5. Necessidade de sucção de conforto, e não de mais leite.
  6. Descompasso entre «leite do começo» e «leite do fim» na amamentação.
  7. Sensibilidades alimentares passadas pelo leite materno.
  8. Cólica que aparece praticamente no mesmo horário todos os dias.

Você não precisa ter um diagnóstico perfeito. A ideia é ir eliminando possibilidades e perceber o que, na prática, ajuda o seu bebê.


1. Gases presos: o principal suspeito

Gases no bebê depois de mamar são uma das causas mais frequentes de choro. Um pouco de ar que entra junto com o leite já é suficiente para causar bastante incômodo num corpinho tão pequeno. O ar fica preso, a barriga pode ficar dura, e o bebê reclama mesmo.

Sinais de que o bebê está com gases presos

Observe se:

  • O bebê encolhe as perninhas depois de mamar.
  • O bebê arqueia as costas após a mamada.
  • A barriga do bebê está dura ou estufada.
  • Fica inquieto, se remexendo, resmungando ou gemendo.
  • O choro começa alguns minutos depois de mamar, não imediatamente.

Alguns bebês engolem mais ar que outros. Sucção muito rápida, pega difícil no peito, choro no meio da mamada ou bico de mamadeira com fluxo muito forte aumentam bastante a chance de o bebê engolir ar.

Como fazer o bebê arrotar de forma eficiente

Muitos pais ouvem que é importante arrotar o bebê, mas quase ninguém mostra, na prática, como fazer. Se você ainda tem dúvida sobre como arrotar o bebê, teste algumas posições e veja com qual ele se adapta melhor:

  1. Arroto no ombro

    • Segure o bebê em pé, encostado no seu ombro.
    • Apoie bem a cabeça e o pescoço.
    • Dê tapinhas leves ou faça movimentos de massagem nas costas, na parte de cima.
    • Se quiser, faça um leve balanço ou embalo.
  2. Sentado no colo

    • Sente o bebê sobre sua coxa, de lado, voltado para frente.
    • Apoie o peito e a cabeça segurando o maxilar (sem apertar o pescoço).
    • Incline o tronco do bebê um pouquinho para frente.
    • Massageie ou dê tapinhas nas costas em círculos ou com movimentos suaves de baixo para cima.
  3. De bruços no colo

    • Coloque o bebê de bruços atravessado nas suas pernas.
    • Deixe a cabeça um pouco mais alta que o peito.
    • Massageie ou dê tapinhas de leve nas costas.

Alguns bebês arrotam em segundos, outros demoram um pouco mais. Se depois de uns 5 minutos não saiu arroto e o bebê parece tranquilo, geralmente está tudo bem.

Quando arrotar: no meio e no fim da mamada

Se o bebê chora depois da mamadeira ou após mamar no peito, experimente:

  • Fazer uma pausa para arrotar no meio da mamada.
  • Arrotar de novo no final.
  • Se estiver oferecendo mamadeira, pausar mais vezes se o bebê mama muito rápido.

Essas pausas ajudam o ar a sair antes que se transforme em gases doloridos.

Como aliviar gases no bebê depois de mamar

Se seu bebê tem gases após a mamada e continua incomodado:

  • Bicicleta com as pernas
    Deite o bebê de barriga para cima e movimente as perninhas como se ele estivesse pedalando. Esse movimento ajuda o gás a avançar pelo intestino.

  • Massagem na barriguinha para gases
    Com as mãos quentinhas e um pouco de óleo ou creme apropriado para bebês, massageie fazendo círculos suaves ao redor do umbigo, sempre no sentido horário (que é o caminho natural do intestino). Use pressão bem leve.

  • Um pouco de tempo de bruços
    Colocar o bebê de bruços por alguns minutinhos, sempre com supervisão, pode aliviar a pressão nas costas e ajudar os gases a se mexerem. Só evite fazer isso logo após uma mamada grande, para reduzir as regurgitações.

Se essas medidas para aliviar gases no bebê fazem muita diferença, provavelmente você encontrou o principal motivo do choro.


2. Excesso de leite: quando a barriguinha está cheia demais

O estômago de um recém-nascido é minúsculo. No primeiro dia de vida, é mais ou menos do tamanho de uma cereja. Depois de algumas semanas, ainda se parece mais com um ovo pequeno do que com uma tigela.

No peito, em geral, o próprio bebê se regula. Na mamadeira, é mais fácil acontecer excesso de leite no bebê, porque:

  • O fluxo costuma ser mais rápido.
  • Dá aquela vontade de fazer o bebê «esvaziar a mamadeira».
  • Muita gente acredita que quanto mais leite, mais o bebê vai dormir.

Sinais de excesso de leite no bebê

Fique atento se:

  • O bebê chora depois da mamadeira e parece desconfortável, não com fome.
  • Tem grandes golfadas ou vive regurgitando após as mamadas.
  • A barriga fica estufada, dura, logo depois de mamar.
  • Vêm muitos soluços e engasgos.
  • O leite escapa pelos cantinhos da boca durante a mamada.

Se você vê o leite escorrendo ou o bebê parece «empanturrado» e irritado, é um bom indício.

Amamentação em mamadeira mais lenta para reduzir o excesso

A técnica de mamadeira em ritmo mais lento (conhecida como «paced feeding») ajuda o bebê a perceber melhor quando está satisfeito, de forma parecida com a mamada no peito. Pode ser bem útil se o bebê chora após mamar na mamadeira.

Experimente fazer assim:

  • Segure o bebê mais na vertical, não totalmente deitado.
  • Mantenha a mamadeira quase na horizontal, para o leite vir mais devagar.
  • Deixe o bebê puxar o bico para dentro da boca, sem enfiar a mamadeira de uma vez.
  • Faça pequenas pausas, inclinando a mamadeira para o leite parar de vir, dando tempo para o bebê descansar.
  • Observe sinais de saciedade: sucção mais lenta, virar o rostinho, empurrar o bico para fora, mãos mais relaxadas.

Para muitos bebês, oferecer porções menores de leite, em intervalos um pouco mais curtos, funciona melhor do que grandes mamadas muito espaçadas, principalmente em recém-nascidos ou em casos de refluxo em bebês.


3. Refluxo: quando o leite volta

Alguns bebês têm refluxo gastroesofágico, geralmente chamado só de refluxo em bebês. O leite e o ácido do estômago retornam para o esôfago, o que pode arder e fazer o bebê chorar depois de mamar.

Um pouco de refluxo é muito comum nos primeiros meses e, em muitos casos, melhora sozinho conforme o bebê cresce e fica mais tempo em posição ereta.

Sinais de refluxo em bebês

Fique de olho se:

  • O bebê arqueia as costas depois de mamar, às vezes de repente.
  • Chora durante ou logo após a mamada.
  • Regurgita muito ou faz «arrotos molhados», com leite na boca.
  • Tosse, engasga ou faz caretas durante a mamada.
  • Fica muito irritado quando é colocado deitado.

Só regurgitar não é, necessariamente, um problema. Muitos bebês «gorfam» o tempo todo e mesmo assim ficam bem tranquilos. A preocupação maior é quando a regurgitação vem acompanhada de dor, dificuldade para ganhar peso ou um choro constante.

Medidas simples para aliviar refluxo em bebês

Se você desconfia de refluxo:

  • Mantenha o bebê em pé por 20 a 30 minutos após mamar
    Segure no colo, encostado no seu peito, ou em posição bem ereta. Evite movimentos bruscos ou muitos pulos nesse período.

  • Ofereça mamadas menores e mais frequentes
    Um estômago menos cheio tende a empurrar menos leite de volta.

  • Ajuste a posição na mamada
    Tente deixar a cabeça do bebê um pouco mais elevada do que o bumbum durante a mamada.

  • Arrote com frequência
    Gases presos podem empurrar o leite para cima, então vale combinar as estratégias para refluxo com bons intervalos para o bebê arrotar.

Quando procurar o pediatra ou o posto de saúde

Converse com o pediatra, com a enfermeira da Unidade Básica de Saúde ou ligue para o serviço de orientação da sua operadora se:

  • O bebê não está ganhando peso como esperado.
  • A regurgitação é verde, amarelada ou parece «borra de café».
  • Há sangue no vômito ou nas fezes.
  • O bebê parece sentir dor o tempo todo ou recusa a maior parte das mamadas.
  • O choro é muito intenso, nada parece ajudar e você está muito preocupado (a).

O profissional de saúde pode avaliar se há doença do refluxo (GERD/GORD) ou outro problema e indicar o melhor tratamento, se necessário.


4. Barriguinha cheia, mas ainda quer sugar

Em muitos casos, o bebê chora depois de mamar não porque ainda está com fome, mas porque quer continuar sugando por conforto.

A sucção é uma forma poderosa de acalmar o bebê. Ajuda na digestão, regula o sistema nervoso e faz com que ele se sinta seguro e acolhido.

Como perceber se é sucção de conforto

Seu bebê pode:

  • Largar o peito ou a mamadeira, e logo em seguida fazer movimentos de procura de novo.
  • Sugar algumas vezes e dormir, depois acordar chorando se você mexe ou tenta colocar no berço.
  • Se acalmar praticamente na mesma hora quando chupa um dedo, o próprio punho ou a chupeta.

Se as mamadas são muito longas, o ganho de peso é adequado e há bastante xixi e cocô, é provável que parte desse tempo seja de sucção não nutritiva.

Formas de oferecer sucção de conforto

  • No peito
    Deixar o bebê mamar por conforto pode ser bem útil, principalmente no fim do dia. Se você está amamentando e se sente bem com isso, costuma ser a opção mais prática.

  • Chupeta
    Muitas famílias usam chupeta para ajudar a acalmar o bebê. A recomendação de boa parte dos profissionais de saúde no Brasil é esperar a amamentação estar bem estabelecida (por volta de 3 a 4 semanas) antes de introduzir a chupeta, para evitar confusão de bicos nos primeiros dias.
    Depois desse período, a chupeta pode ser uma aliada importante para o bebê que está de barriguinha cheia, mas ainda quer sugar.

Se o bebê chora após mamar, mas se tranquiliza muito rápido quando pode sugar sem receber mais leite, é um sinal forte de que o problema era mais emocional/conforto do que fome.


5. Descompasso entre leite do começo e do fim da mamada

Na amamentação, o leite muda ao longo da mamada:

  • O leite do começo (muitas vezes chamado de «foremilk») é mais aguado, ótimo para matar a sede.
  • O leite do fim («hindmilk») é mais gorduroso, sustenta mais e, em geral, é mais fácil de digerir.

Se o bebê troca de peito muito rápido, várias vezes, ele pode acabar recebendo uma grande quantidade desse leite mais aguado e menos do leite mais gorduroso. Para alguns bebês, isso pode aumentar os gases e o desconforto.

Sinais de que isso pode estar acontecendo

  • Bebê muito gaseado, com bastante vento e fezes esverdeadas e espumosas.
  • Bebê chora após mamar no peito, especialmente depois de mamadas mais curtas.
  • Faz mamadas muito frequentes e pequenas, nunca parece plenamente satisfeito.

Não é questão de cronômetro, tipo «20 minutos de cada lado». O foco é mais em permitir que o bebê esvazie bem um peito antes de trocar.

Como ajudar o bebê a receber mais «leite do fim»

  • Ofereça um seio e deixe o bebê mamar até largar sozinho e parecer satisfeito.
  • Só então ofereça o outro lado, em vez de ficar alternando toda hora.
  • Na próxima mamada, comece pelo peito oposto ao da mamada anterior.

Se o bebê continua muito irritado, ou se você está insegura em relação à produção de leite, vale procurar uma consultora de amamentação, um banco de leite humano ou a equipe de aleitamento do seu serviço de saúde. Muitas maternidades e postos do SUS oferecem esse apoio gratuitamente.


6. Sensibilidades alimentares passadas pelo leite materno

Sensibilidades ou alergias alimentares são menos comuns do que parece quando a gente lê fóruns na internet, mas acontecem. O exemplo mais típico é a alergia à proteína do leite de vaca, que pode passar para o bebê pelo leite materno.

Isso é bem diferente daquele incômodo temporário de gases. Costuma vir com sintomas mais persistentes.

Possíveis sinais de sensibilidade alimentar

Converse com o pediatra ou com a equipe de saúde se notar:

  • Choro persistente após as mamadas que não melhora com medidas para gases.
  • Sangue ou muco nas fezes do bebê.
  • Eczema ou manchas vermelhas na pele que não somem.
  • Vômitos frequentes, bem mais do que um simples «golfar».
  • Histórico familiar de alergias, asma ou dermatite atópica.

Esses sinais podem sugerir alergia à proteína do leite de vaca ou outra sensibilidade, embora existam outras causas possíveis para esses sintomas.

O que fazer se você suspeita de problema com algum alimento

Evite sair cortando vários alimentos por conta própria. Em vez disso:

  • Procure o pediatra ou o serviço de saúde.
  • Pergunte sobre a possibilidade de fazer um teste com dieta de exclusão, se o profissional achar adequado.
  • Se for orientada, retire a proteína do leite de vaca da sua alimentação por algumas semanas enquanto amamenta (leite, queijos, iogurtes, manteiga, creme de leite etc.).
  • Anote de forma simples o que você come e os sintomas do bebê, para facilitar a avaliação.

Se o bebê usa fórmula, o pediatra pode sugerir uma fórmula especial (extensamente hidrolisada ou à base de aminoácidos), caso haja suspeita de alergia.

A maioria dos bebês com alergia à proteína do leite de vaca melhora bastante depois que o problema é identificado e tratado corretamente.


7. Cólica: quando o choro segue um padrão próprio

Quando o bebê chora depois de mamar, mas isso acontece quase sempre no mesmo horário, principalmente no fim da tarde ou à noite, pode ser que você esteja lidando com cólica, e não exatamente com um problema na mamada.

Cólica costuma ser definida como:

  • Choro por mais de 3 horas por dia,
  • Em mais de 3 dias da semana,
  • Por mais de 3 semanas seguidas,

em um bebê que está saudável e ganhando peso bem.

Como a cólica costuma se apresentar na rotina

Pais e mães costumam relatar:

  • Um bebê tranquilo de manhã.
  • O choro começa a aumentar por volta de 17h a 19h e pode seguir por horas.
  • Bastante gases, o bebê encolhe as pernas, fica duro, arqueia o corpo.
  • Muito difícil de acalmar nesses períodos, mesmo no colo.

Ajustes na amamentação e medidas para gases até podem aliviar um pouco, mas a cólica, muitas vezes, segue um «relógio próprio».

Se você suspeita de cólica:

  • Verifique se a amamentação ou a mamadeira estão indo bem, se o peso está subindo e se o bebê está fazendo xixi e cocô normalmente.
  • Conte ao pediatra sobre o padrão de choro.
  • Procure materiais mais específicos sobre cólica, com estratégias de acolhimento e formas de tornar esse período menos pesado para todos.

A parte difícil da cólica é que muitas vezes não há uma causa clara. A parte boa é que, na grande maioria dos casos, melhora bastante por volta dos 3 a 4 meses de vida.


Quando o choro do bebê após mamar precisa de ajuda urgente

Na maior parte do tempo, o bebê chora depois de mamar por causa de gases, leve refluxo ou desconfortos que podem ser manejados em casa. Mas é importante procurar atendimento médico imediatamente (UPA, pronto-socorro, SAMU 192, ou o serviço de urgência da sua região) se:

  • O bebê tem menos de 3 meses e apresenta febre (acima de 37,8 ºC axilar ou conforme avaliação do profissional).
  • Fica muito molinho, difícil de acordar ou incomumente quieto.
  • O vômito é verde ou amarelo vivo.
  • Você vê sangue no vômito ou nas fezes.
  • O bebê faz menos xixi, parece desidratado (boca seca, choro sem lágrimas, moleira funda).
  • O choro está diferente do habitual ou você sente, no fundo, que «tem algo errado», mesmo sem saber explicar.

Confie na sua intuição. Ninguém conhece seu bebê melhor do que você.


Juntando tudo: um jeito calmo e organizado de lidar com o choro

Quando o bebê chora depois de mamar, tente seguir este fluxo:

  1. Comece pelos gases
    Dê pausas para arrotar no meio e ao fim da mamada. Teste diferentes posições para arrotar o bebê, faça bicicleta com as pernas e uma massagem leve na barriguinha para ajudar nos gases.

  2. Repare na quantidade de leite
    Procure sinais de excesso de leite no bebê, especialmente se há muita regurgitação ou a barriga dura depois de mamar. Use uma mamadeira mais lenta, com pausas, e prefira porções menores e mais frequentes.

  3. Observe possíveis sinais de refluxo
    Arqueamento das costas, choro ao deitar, regurgitações frequentes após mamar. Mantenha o bebê em pé por 20 a 30 minutos e converse com o pediatra se os sintomas forem intensos.

  4. Pense na sucção de conforto
    Se o bebê se acalma rapidamente com o peito, chupeta ou dedo limpo, pode ser que ele precise mais de aconchego e sucção não nutritiva do que de mais leite.

  5. Revise o padrão de mamada no peito
    Se estiver amamentando, deixe o bebê esvaziar bem um peito antes de oferecer o outro, para evitar desequilíbrio entre o leite do começo e o do fim da mamada.

  6. Olhe para o conjunto dos sintomas
    Sintomas persistentes, sangue nas fezes, pele muito irritada ou forte histórico de alergia na família? Vale conversar com o pediatra sobre possíveis sensibilidades alimentares.

  7. Perceba se existe um horário típico de choro
    Se o bebê chora praticamente sempre no mesmo horário, independentemente da mamada, pode ser cólica. Comente com o pediatra e peça orientações específicas para esse quadro.

Ninguém acerta todas as vezes. Ninguém. Aos poucos, experimentando soluções e observando as reações, você vai entendendo melhor o que o seu bebê está tentando comunicar.

E aquelas madrugadas de mamada seguidas de choro não vão ser sempre tão confusas quanto parecem agora.


Este conteúdo é apenas para fins informativos e não deve ser usado como substituto do conselho do seu médico, pediatra ou outro profissional de saúde. Se você tiver dúvidas ou preocupações, consulte um profissional de saúde.
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